quarta-feira, setembro 30, 2026
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Micro e pequenas empresas impulsionam o crescimento do emprego no primeiro semestre de 2026 | ASN Nacional

No Brasil, as micro e pequenas empresas (MPE) continuam a ser a principal fonte de novos empregos, respondendo por quase 60% das vagas formais geradas no primeiro semestre de 2026. Um levantamento do Sebrae, baseado nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), revelou que, entre janeiro e junho, as MPE criaram 543,5 mil novos postos, em um total de 921,6 mil empregos abertos no país.

O estudo também destaca a manutenção da participação significativa das micro e pequenas empresas na economia nacional. No mês de junho, as MPE sozinhas adicionaram 84,8 mil novas vagas, correspondendo a 58% do total de empregos gerados no período, superando em mais de 80% o número de vagas criadas pelas médias e grandes empresas, que foi de 46,3 mil.

Rodrigo Soares, presidente do Sebrae, enfatizou a importância contínua dos pequenos negócios para o desenvolvimento econômico do Brasil. “As pequenas empresas têm se firmado como uma política pública essencial para o crescimento”, afirmou.

“Estamos empenhados em proporcionar apoio aos empreendedores, para garantir que suas empresas perdurem. Estamos implementando diversas iniciativas, desde o crédito assistido até soluções para a gestão do negócio”,

Rodrigo Soares, presidente do Sebrae

Setores

O setor de Serviços se destaca novamente como o maior gerador de empregos em 2026 entre as MPE, com a criação de 42 mil novas vagas em junho. O Comércio e Construção aparecem em seguida, cada um com cerca de 16 mil novos postos.

Redução do desemprego

Uma diminuição no número de desempregados foi evidenciada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de desocupação no trimestre encerrado em junho de 2026 caiu para 5,4%. Esse percentual representa uma redução de 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre finalizado em março (6,1%). Quando comparada ao mesmo período do ano anterior, a taxa de desocupação diminuiu 0,4 ponto percentual, pois era de 5,8% no ano passado.

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