Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência da República, afirmou que programas sociais estão contribuindo para a formação de uma “geração de imprestáveis” que se recusa a trabalhar, optando por atividades informais. Zema criticou a falta de qualidade e processos na qualificação profissional dos beneficiários, em um trecho conforme publicado pelo jornal Poder 360.
O candidato do Novo já utilizou a expressão “geração de imprestáveis” em diversas ocasiões neste ano, sendo elas: em 3 de maio durante uma entrevista no programa Canal Livre, da Band; em 22 de junho em um evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em Brasília; e em 8 de julho na Agenda dos Presidenciáveis, promovida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Zema defende que beneficiários de programas sociais sejam compelidos a aceitar ofertas de trabalho, um aspecto que está incluído em seu plano de governo. O documento sugere uma “porta de saída estruturada” para conectar os beneficiários a oportunidades de capacitação e emprego, com o objetivo de superar a pobreza no país. Além disso, o plano contempla o programa Casas da Cidadania, que pretende oferecer às famílias em situação de vulnerabilidade um projeto de capacitação profissional individualizado, assegurando acesso a emprego, moradia e outros serviços essenciais.



