Fredesson André Gonçalves, uma criança de nove anos, tem enfrentado dificuldades significativas na saúde desde maio deste ano. O que começou com pequenas alterações em sua fala e nos movimentos oculares levou a uma intensa busca por esclarecimentos por parte de sua família. Inicialmente uma criança saudável e ativa, Fredesson agora apresenta sintomas neurológicos progressivos que limitam sua capacidade de andar, falar e engolir, além de complicações respiratórias.
A mãe do menino, Polliana André, relatou que os primeiros sintomas eram sutis, mas a evolução dos sinais clínicos indicou que não se tratava de uma situação passageira. Desde então, a família passou por diversas hospitalizações, exams e tentativas de tratamentos diversos, porém sem um diagnóstico conclusivo.
Polliana descreveu a drástica mudança no filho, que passou de uma vida normal para enfrentar dificuldades como movimentação ocular restrita, alterações na fala, paralisia facial e fraqueza nas extremidades. As limitações afetam até mesmo as atividades simples do cotidiano, como beber água, aumentando o risco de engasgos.
Fredesson já foi submetido a ressonâncias magnéticas, exames laboratoriais e avaliações neurológicas, mas os resultados preliminares levantaram a suspeita de processos inflamatórios ou encefalíticos, como encefalite autoimune e uma variante da síndrome de Guillain-Barré. Contudo, as intervenções com corticoides e outras terapias não resultaram na melhoria desejada. Com a evolução negativa do quadro e a falta de respostas, os médicos passaram a investigar causas genéticas, metabólicas e mitocondriais.
Atualmente, a família ainda não possui um diagnóstico preciso que elucide o quadro clínico de Fredesson, o que tem sido uma das partes mais dolorosas da jornada. A mãe expressou a frustração e a preocupação diante da incerteza, mencionando que diversas hipóteses já foram levantadas, mas sem um veredicto claro.
Recentemente, a família conseguiu uma transferência para um hospital que já está familiarizado com o caso de Fredesson. Esta mudança é vista como um passo importante para a continuidade das investigações e do tratamento, com foco em atendimento especializado nas áreas de pediatria e neuropediatria.
Além da investigação clínica, Fredesson necessita de fisioterapia respiratória e motora, além de acompanhamento fonoaudiológico devido às complicações na deglutição. Apesar das dificuldades, a família continua esperançosa por respostas e um plano de tratamento eficaz.
Polliana está divulgando a história do filho na esperança de alcançar médicos e especialistas que possam oferecer novas opiniões sobre o caso. Ela ressaltou a importância de encontrar profissionais dispostos a olhar para a situação com novos olhos, buscando um diagnóstico e tratamento adequados.
A família também recebeu apoio financeiro para cobrir custos com exames e tratamentos. Polliana agradeceu aqueles que ajudaram e pediu que mais pessoas compartilhassem a história de Fredesson, enfatizando o desejo de proporcionar ao filho a chance de recuperar uma vida normal. Para auxiliar com doações, a chave PIX foi disponibilizada.



