Após o encerramento do debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na Band, uma suspeita de bomba no veículo que transportava o senador levou a Polícia Militar a iniciar uma investigação.
Cães farejadores indicaram a possibilidade de um artefato explosivo no carro, levando o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da PM de São Paulo a realizar uma checagem do veículo. A Polícia Legislativa, responsável pela segurança de Flávio, recebeu a informação enquanto o debate ainda ocorria.
Flávio Bolsonaro deixou a emissora em um automóvel que pertence ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O comandante do esquadrão antibomba, Vitor Capello Haddad, confirmou que o Gate foi acionado após o relato de uma ameaça de bomba feita pela Polícia Legislativa. Durante a inspeção, dois cães farejadores sinalizaram a presença de substâncias químicas relacionadas a explosivos.
Entretanto, uma análise técnica posterior revelou que as indicações eram falsas: não havia nenhum explosivo no carro. O capitão Haddad mencionou que a confusão poderia ter sido provocada por resíduos de produtos químicos usados na limpeza do veículo, que podem ter levado os cães a reagir erroneamente.



